CUIDADOS COM A PELE NO INVERNO

Com a chegada do inverno e a baixa umidade do ar, a transpiração corporal diminui e com isso as chances do ressecamento da pele aumenta. Outro fator que contribui para este ressecamento é o fato de tomarmos banhos muito quentes. Estes banhos removem a oleosidade natural da pele com mais intensidade, ressecando com mais facilidade a pele tanto do rosto, quanto do resto do corpo.

O aspecto esbranquiçado, causado pelo clima frio e seco, indica a desnaturalização de proteínas. Para evitá-lo é extremamente importante manter a pele sempre hidratada, além de manter uma alimentação saudável, rica em vitaminas e antioxidantes.

 

CUIDADOS COM A PELE NO INVERNO
Existem alguns cuidados básico que podem auxiliar no cuidado com a pele no inverno, dentre eles:

1: NÃO TOMAR BANHOS MUITO QUENTES

Sabemos que não há nada melhor do que um banho quente em dias frios, não é mesmo? É importante lembrar, no entanto, que os banhos quentes retiram a oleosidade natural da pele e, portanto, são um forte fator, não apenas para o ressecamento da pele, mas para o envelhecimento precoce.

2: HIDRATAR O CORPO

Utilize sempre cremes, após sair do banho, para auxiliar na hidratação da pele. Uma boa dica é você utilizar cremes que contenham vitaminas A, C e, caso sua pele esteja muito seca, é importante que você repita a dose de hidratação mais vezes por dia.

3: NÃO ESQUECER DE HIDRATAR O ROSTO

É importante lembrar que os cremes para o rosto não são os mesmos utilizados para o resto do corpo. Nosso rosto possui mais glândulas sebáceas, motivo pelo qual uma pessoa pode possuir a pele do rosto mais oleosa do que o resto do corpo.

4: PELE OLEOSA TAMBÉM PRECISA DE CUIDADO

Para evitar o surgimento de cravos e espinhas devido a oleosidade excessiva causada pelos cremes hidratantes uma boa opção para pessoas que possuem a pele naturalmente oleosa é a utilização de hidratantes em gel e gel-cremes, que auxiliam na hidratação e evitam o aumento da oleosidade.  

5: UTILIZAR SEMPRE PROTETOR SOLAR

Uma dica muito importante, é a utilização do protetor solar em todas as estações do ano. Como no inverno a intensidade do calor é menor, recomenda-se a utilização de protetores com fator 20 ou 30 FPS. Não se esqueça de aplicá-lo, pelo menos, duas vezes ao dia.

6: HIDRATAR OS LÁBIOS

Mantenha seus lábios bonitos e principalmente hidratados o ano todo. Existem inúmeros produtos que podem auxiliar na hidratação dos lábios como batons hidratantes, manteiga de cacau ou até mesmo vaselina. TOME CUIDADO: o gloss, apesar da textura, nem sempre é composto por produtos hidratantes e pode, em muitos casos, ressecar ainda mais os lábios.

7: CUIDAR DOS CABELOS

Banhos com água muito quente não prejudicam apenas a pele do rosto ou do corpo, também prejudicam os fios de cabelo que podem ficar ressecados e quebradiços. Utilize sempre xampus e condicionadores de boa qualidade e indicados para seu tipo de cabelo. Fazer hidratações ajudam a manter os cabelos saudáveis no inverno.

8: HIDRATAR-SE

NÃO ESQUEÇA: a hidratação também deve ser feita de dentro pra fora.
Durante o inverno nem sempre sentimos sede, mas é extremamente importante beber bastante água para assim manter o corpo sempre bem hidratado.

A IMPORTÂNCIA DA AMAMENTAÇÃO

Todos sabemos da importância que a amamentação possui para a saúde de um bebê, afinal, é no leite materno que ele encontra todos os nutrientes necessários para o seu desenvolvimento. O leite materno possui vários componentes imunológicos que protegem o bebê de inúmeras doenças, sendo assim, recomenda-se que a amamentação seja iniciada logo após a mãe dar à luz.

Logo nos primeiros dias após o parto, a mãe produz, um leite mais amarelado e mais grosso, chamado de colostro. Nele a quantidade de anticorpos e células maduras é muito maior, o que ajuda na imunização do bebê contra muitos vírus e bactérias que estão no ambiente; além disso, este leite estimula o intestino da criança a se desenvolver.

Após algumas semanas, inicia-se a produção do leite que chamamos de leite maduro que contém todos os nutrientes que a criança necessita para seu crescimento e desenvolvimento até os seis meses de idade como proteína, lactose, vitaminas, minerais, água e gordura.

 

BENEFÍCIOS DA AMAMENTAÇÃO

A amamentação proporciona inúmeros benefícios não apenas para o bebê, mas também para a mamãe.

Dentre as vantagens da amamentação estão:

NUTRIÇÃO
O leite materno é um alimento produzido exclusivamente para o bebê, sendo assim, contém todos os nutrientes, proteínas, açúcar, gordura e vitaminas que ele necessita.

PROTEÇÃO
Um dos maiores benefícios que o leite materno oferece são os anticorpos, que fortalecem o sistema imunológico.

ESTIMULAÇÃO
O leite materno contém ácidos graxos, os quais auxiliam no desenvolvimento do cérebro do bebê.

CONTENÇÃO:
O leite materno não apenas favorece a alimentação do bebê, mas também o ajuda a relaxar em momentos de ansiedade.

CONVIVÊNCIA:
O leite materno sempre está disponível quando o bebê  sente fome, na temperatura ideal, sem a possibilidade de ter sido contaminado por bactérias e sem importar-se com o lugar ou a hora. O ato da amamentação é um elo entre mãe e bebê.

ATÉ QUANDO SE DEVE AMAMENTAR?
Devido a todas essas vantagens que o leite materno proporciona aos bebês, a OMS (Organização Mundial da Saúde) recomenda que eles sejam alimentados, exclusivamente, com o leite materno até os seis meses de vida e de forma complementar até os dois anos de idade.

A situação de cada mamãe e bebê pode ser diferente, por este motivo é extremamente importante que a mãe procure um pediatra que lhe dirá o período de duração da amamentação  que beneficiará a ambos.

O que são Hepatites?

Hepatite é o termo utilizado para identificar inflamações no fígado. Atinge pessoas de ambos os sexos,  de qualquer idade e etnia e pode apresentar-se de forma crônica ou aguda.

Pelo fato de existirem inúmeras causas para inflamação do fígado, existem vários tipos de hepatite. Entre as principais causas estão:

  • Vírus: Hepatite A, B, C, D e E;
  • Infecções do fígado;
  • Abuso de álcool;
  • Medicamentos e drogas;
  • Doença autoimune;
  • Choque circulatório ou hipotensão grave.

 

Quais as causas das Hepatites?

Cada tipo de hepatite possui uma causa diferente. Confira abaixo os principais tipos e causas:

Hepatite A

É transmitida pela via “fecal-oral”, ou seja, quando o vírus é eliminado nas fezes de uma pessoa contaminada e pode contaminar a água ou alimentos ingeridos por outra pessoa. Pode ser transmitido, também, por relações sexuais com uma pessoa contaminada.

Hepatite B

O vírus da hepatite tipo B (HBV) é transmitido, principalmente, por meio de fluidos corporais como, por exemplo, transfusão sanguínea ou por agulhas contaminadas. Usuários de drogas injetáveis e pessoas submetidas ao uso de material cirúrgico contaminado e não-descartável e lâminas de barbear ou alicates compartilhados, possuem maior risco de se contaminar. O vírus pode ser transmitido ainda pelo contato sexual ou durante a gestação.

Hepatite C

É transmitida pelo contato com o vírus da hepatite tipo C (HCV) e apresenta duas características importantes.

A primeira é o fato de tratar-se de uma infecção que pode permanecer sem qualquer tipo de sintoma da fase inicial, até fases avançadas. A destruição do fígado ocorre lentamente e, em alguns casos, os sintomas podem surgir 20 anos após a contaminação.

A segunda, é o fato de que até o final dos anos 80 não sabíamos que o HCV existia, e desse modo, as bolsas para transfusão sanguíneas não eram testadas para esse vírus.

 

Hepatite alcoólica

O álcool é reconhecidamente uma droga hepatotóxica (tóxico para o fígado). A hepatite alcoólica é uma síndrome associada ao consumo prolongado e excessivo de álcool, podendo evoluir para cirrose e falência hepática. Caso o paciente já seja portador de hepatite viral e ainda assim consuma álcool, o risco de cirrose é muito maior.

 

Hepatite autoimune

Como toda doença autoimune, a hepatite autoimune é causada devido ao mau funcionamento do nosso sistema de defesa que deveria atacar somente vírus, bactérias e outros invasores mas, que atacam, também, as células do fígado. Caso não seja diagnosticado e tratado a tempo pode levar a pessoa a um quadro de hepatite crônica que, posteriormente, progride para  cirrose e falência hepática.

 

Quais os sintomas da hepatite?

Dentre os sintomas da hepatite estão:

  • pele e olhos amarelados;
  • urina escura;
  • fezes claras, quase branca;
  • fraqueza;
  • náuseas;
  • perda de apetite;
  • dores no fígado;
  • febre.

 

O que são cânceres ósseos?

Os cânceres ósseos são tumores que destroem o tecido ósseo saudável. Nem todos os tumores ósseos são malignos, pelo contrário, os tumores benignos são muito mais comuns do que os tumores malignos.

Esse tipo de câncer  pode ser dividido em em primário e secundário

  • O câncer ósseo primário se forma nas células dos ossos e é muito raro. Entre os tipos de câncer primários estão: osteosarcoma, condrossarcoma, sarcoma de Ewing, histiocitoma fibroso maligno, fibrossarcoma e outros sarcomas.
  • O câncer ósseo secundário começa em outra parte do corpo, eventualmente se espalhando para os ossos. Por exemplo, uma pessoa com câncer de pulmão, que se espalhou para o osso é considerado como tendo câncer de pulmão com metástase para o osso. Na maioria dos casos, não possui cura e, por isso, o tratamento é paliativo para manter o conforto do paciente.

 

Sintomas do câncer nos ossos

Dentre os sintomas mais comuns de câncer destacam-se:

  • Dor nos ossos: na fase inicial a dor não é constante, entretanto, pode ser muito intensa à noite ou quando movimentam-se as pernas como, por exemplo, para caminhar;
  • Inchaço das articulações: possível surgimento de nódulos nas articulações. Estes nódulos pode aumentar a dor e o desconforto, em especial nos joelhos e cotovelos;
  • Ossos que quebram facilmente: por estar mais frágil, podem ocorrer a fraturas dos ossos, sendo mais comum fraturas do fêmur ou da coluna.

Além destes sintomas, o tumor pode levar a perda de peso sem nenhuma razão aparente, cansaço intenso e febre constante. Caso o câncer venha a se espalhar para outros órgãos como, por exemplo, o pulmão, é provável que ele cause outros sintomas mais específicos, como dificuldade a respirar.

Para realizar o diagnóstico do câncer ósseo, o especialista precisa observar os ossos do paciente. Normalmente, indica-se a realização de raio-X para confirmar a suspeita. Além disso, pode ser importante realizar exames complementares como, por exemplo, uma biópsia para a realização de um diagnóstico preciso.

 

Tratamento para câncer nos ossos

Os tratamentos para o câncer ósseo são propostos pelo médico oncologista e dependem de cada tipo de tumor. Na maioria das vezes, inclui a realização de quimioterapia, radioterapia e, em alguns casos, a realização de cirurgia para amputar o membro afetado, mantendo, se possível, o máximo da sua funcionalidade.

Entretanto, quando o câncer ósseo chega a uma fase muito avançada, o tratamento mais comum é o tratamento paliativo, que é aquele feito para manter o conforto do paciente, reduzindo a dor e o desconforto causado pelos sintomas.

 

 

 

 

 

O que é neurologia?

A neurologia é a especialidade responsável pelo diagnóstico e tratamento de doenças que afetam nosso sistema nervoso (cérebro, cerebelo, tronco encefálico, medula espinhal e nervos), além dos componentes da junção neuromuscular (nervo e músculos).  

A neurologia pode até mesmo ter alguma relação com a psiquiatria, podendo tratar de casos de depressão, ansiedade, irritabilidade, pânico, entre outras.

 

SUB ÁREAS DA NEUROLOGIA

A neurologia possui algumas sub áreas e dentre elas destacam-se:

  • Neurofisiologia clínica:  é responsável por tratar desordens eletrofisiológicas do sistema nervoso como, por exemplo, a epilepsia;
  • Medicina do sono: tem como função, identificar os principais distúrbios do sono. Atualmente são conhecidos mais de oitenta distúrbios relacionados ao sono como, por exemplo, a insônia e a sonolência excessiva diurna;
  • Neurologia vascular: voltada para a avaliação e tratamento de eventos vasculares que afetam nosso cérebro ou a medula espinhal, como por exemplo a hemorragia intracraniana ou da medula e o  AVC isquêmico;
  • Medicina neuromuscular: sua função é avaliar e tratar as desordens relacionadas aos nervos, músculos ou junções neuromusculares, como por exemplo a ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica);
  • Medicina de traumas cerebrais: está direcionada a prevenção, avaliação, tratamento e reabilitação dos pacientes que adquiriram algum trauma cerebral;
  • Neuroimunologia: é responsável por tratar doenças como, por exemplo, a esclerose múltipla, dor crônica (incluindo cefaleia) e doenças neurodegenerativas como Alzheimer, Parkinson.

– Leia também: 6 CUIDADOS BÁSICOS PARA VIVER MAIS E MELHOR

Saber quais são as patologias específicas do neurologista clínico é extremamente importante. Dentre as mais comuns e tratáveis destacam-se:

  • Dores de cabeça;
  • Queixas de memória;
  • Dificuldade para dormir;
  • Tontura;
  • Crise convulsiva e epilepsia;
  • Tremores;
  • Déficit de atenção;
  • AVC;
  • Parkinson.

Procure um profissional qualificado para manter sua saúde em dia. Diagnosticar qualquer doença em sua fase inicial aumenta as chances de um tratamento por um período de tempo menor, além de aumentar as chances de cura.

QUAL A IMPORTÂNCIA DA CARDIOLOGIA? 

Esta especialidade trata do estudo e da funcionalidade das doenças relacionadas ao coração, que é um dos órgãos mais importantes do corpo humano. É através do sistema cardiovascular, ou sistema circulatório, que nosso sangue é bombeado e, através dos vasos sanguíneos, chega para o restante do corpo mantendo todos os outros órgãos funcionando.

O médico cardiologista atua na realização de exames clínicos, de diagnósticos, e no planejamento dos melhores tratamentos para as doenças cardiovasculares. É válido ressaltar que qualquer pessoa, independentemente do seu estilo de vida e idade, seja atleta ou sedentário, necessita dos serviços oferecidos pelo médico cardiologista.

 

QUAIS SÃO AS DOENÇAS QUE ATINGEM O CORAÇÃO? 

Inúmeras doenças podem atingir nosso coração, e entre elas estão:

  • Arritmia cardíaca: Se dá quando os impulsos elétricos do coração não funcionam da maneira correta, provocando taquicardia (quando os batimentos ficam acelerados) ou bradicardia (quando os batimentos ficam lentos ou até mesmo irregulares);

  • Hipertensão  arterial: Também conhecida popularmente como pressão alta, é considerada uma doença silenciosa por, muitas vezes, não manifestar sintomas e, consequentemente, atrasar a busca por atendimento e o diagnóstico. Ela se dá quando a pressão arterial do paciente, maior de 18 anos, é superior a 140 x 90 mmHg, ou “14 por 9”;

  • Insuficiência cardíaca: Nestes casos, o coração não consegue mais bombear sangue suficiente para o resto do corpo e assim, não consegue suprir as suas necessidades;

  • Doenças da aorta: As doenças mais comuns da artéria aorta são o aneurisma, a dissecção, e a rotura. Os principais fatores de risco para o desenvolvimento destas doenças são a aterosclerose, hipertensão arterial sistêmica, idade, tabagismo, diabetes, história familiar e Síndrome de Marfan;

  • Tumores cardíacos: Os pacientes podem sentir sintomas como falta de ar, chegando a ocasionar desmaios, febre, perda de peso, insuficiência cardíaca ou arritmias;

  • Miocardiopatia: São alterações no músculo cardíaco que impedem uma parte ou a totalidade do coração de se contrair normalmente;

  • Endocardite: Esta é a inflamação das estruturas internas do coração, principalmente das válvulas cardíacas;

  • Infarto do miocárdio: Refere-se a necrose de uma parte do músculo cardíaco, causada pela ausência da irrigação sanguínea que impede o transporte de nutrientes e de oxigênio ao coração.

COMO PREVENIR DOENÇAS CARDIOVASCULARES? 

Alguns fatores podem ajudar a diminuir as chances de você adquirir doenças cardiovasculares, entre eles destacam-se:

  • Acompanhamento médico: é extremamente importante para que possamos prevenir todos os tipos de doenças, não sendo diferente quando nos referimos ao médico cardiologista.

  • Evitar o tabagismo é um dos fatores que poderá lhe ajudar a evitar doenças cardiovasculares. Troque o vício do cigarro pela prática de atividades físicas e por uma boa alimentação.

  • Evitar a obesidade é outro fator muito importante para a prevenção de doenças cardiovasculares. Através de uma alimentação saudável e a prática diária de esportes é possível evitar não apenas doenças cardiovasculares, mas também outros tantos tipos de doenças.

  • Boas práticas de vida como boa alimentação, a prática frequente de exercícios físicos e avaliações cardiológicas periódicas irão manter a sua saúde e a do seu coração.

É importante lembrar que, procurar ajuda de profissionais que possam lhe orientar na adoção de hábitos mais saudáveis de vida e, além disso, receber o acompanhamento de um cardiologista, poderá fazer a diferença na prevenção de complicações ou agravos relacionados ao sistema cardiovascular.

 

 

 

VOCÊ SABE O QUE É TRAUMATOLOGIA? 

A Traumatologia é a especialidade médica responsável por investigar, diagnosticar, tratar e acompanhar casos relacionados a fraturas e lesões nos ossos e tendões provocadas por traumas nos braços, mãos, pernas, pés, coluna, bacia, músculos, tendões e ligamentos.

Atualmente, no Brasil, as áreas da Traumatologia e da Ortopedia são especialidades unificadas, ou seja, que apresentam atuação em conjunto. Por este motivo, geralmente, não há diferenciação entre os setores dos hospitais e as clínicas médicas especializadas que realizam atendimentos relacionados a estas áreas.

 

QUAIS SÃO AS LESÕES MAIS FREQUENTES TRATADAS PELA TRAUMATOLOGIA?

  • Acidentes domésticos;
  • Acidentes de trabalho;
  • Acidentes de carro ou outros meios de transporte;
  • Qualquer choque com violência física que atinja o corpo;
  • Quedas e outros choques mecânicos;
  • Lesões ocorridas durante a prática de esportes.

Além disso, cabe ressaltar que é comum que o médico traumatologista trate lesões que a pessoa já apresente desde o nascimento. Em resumo, toda lesão que afete a locomoção ou a movimentação natural do indivíduo é tratada por esta especialidade da medicina.

 

QUAIS SÃO AS FORMAS DE TRATAMENTO DOS TRAUMAS?

Como esta trata-se de uma área ampla, o tratamento está na dependência de alguns fatores como a gravidade da lesão e do acidente, a área do corpo que foi afetada e o histórico médico de cada paciente.

Entretanto, de maneira geral, os métodos de tratamento utilizados em casos de trauma são:

  • Imobilização (seja com aplicação de gesso ou outros métodos para deixar a parte do corpo afetada imóvel);
  • Cirurgia para fixação do osso quebrado com utilização de pinos, placas e parafusos; Implantação de próteses;
  • Medicamentos;
  • Fisioterapia.

QUANDO DEVO PROCURAR UM MÉDICO TRAUMATOLOGISTA? 

Como falamos anteriormente, esta especialidade não trata apenas dos traumatismos mais severos como, por exemplo, aqueles causados por acidentes. Entre os pacientes que precisam de um traumatologista, as queixas mais comuns são febre, seja ela relacionada ou não às dores nas articulações, braços, pernas, pés, mãos, punhos, além de dores na coluna e nos joelhos e dificuldade para se levantar ou para se locomover.

Estes sintomas, geralmente, estão presentes após um episódio de trauma. Sendo assim, é extremamente importante que você procure atendimento caso apresente sintomas semelhantes.

 

 

DOENÇAS TRANSMISSÍVEIS PELO SANGUE

O sangue é um importante veículo para inúmeros organismos que, se não forem eliminados pelo sistema imunológico, podem provocar doenças graves nos seres humanos. Muitas dessas doenças são conhecidas por nós e, dentre elas, as mais comuns são:

Hepatite B e C: Essas são doenças causadas por vírus. Eles contaminam o fígado e podem provocar inflamações crônicas ou agudas. Seus sintomas mais frequentes são: dores abdominais, olhos e pele amarelados, febre e urina escura. O período em que este vírus fica incubado varia entre os tipos da doença. No caso da Hepatite B, entre 50 e 180 dias, já para a Hepatite C, entre 70 e 90 dias. Em muitos casos o portador do vírus pode acabar não desenvolvendo a doença, mas ainda assim pode transmiti-lo.

AIDS: É desenvolvida a partir do contágio pelo vírus HIV que ataca as células de defesa do organismo. Após infectadas, as pessoas ficam mais vulneráveis a várias doenças infecciosas que, em muitos casos, podem levá-las à morte. Ela não se manifesta logo após a contaminação e os sintomas (emagrecimento excessivo, queda de cabelo, diarreias frequentes e infecções de repetição, principalmente as respiratórias) podem levar de 3 a 10 anos para aparecer.

Sífilis: Essa é uma doença infecciosa causada por uma bactéria, a Treponema Paladium. A doença se manifesta em 3 etapas diferentes e seu período de incubação é de 2 a 3 semanas após o contágio.

Inicialmente, surgem feridas nos órgãos genitais, tanto nos homens quanto nas mulheres. Essas feridas não doem e, mesmo sem tratamento, desaparecem. Caso não seja devidamente diagnosticada e tratada, mais ou menos 6 meses depois, inicia-se a segunda etapa da doença. Esta etapa é caracterizada pelo aparecimento de manchas avermelhadas pelo corpo, principalmente na palma das mãos e na planta dos pés.

Se, ainda, continuar sem tratamento, surge a terceira etapa, causando problemas no cérebro, coração e ossos. Quando atinge esta terceira etapa, a sífilis pode causar a morte.

Malária: Ela é causada principalmente por parasitas e transmitida pela picada do mosquito Anopheles, que costuma estar presente em áreas recém desmatadas. O período de incubação da malária pode variar de 8 a 16 dias e seus principais sintomas são: febre, calafrios e dor de cabeça que, normalmente, acontecem juntos, no mesmo horário e em dias seguidos.

Doença de Chagas: Esta também é uma doença causada por parasita e é transmitida pelo inseto conhecido como Barbeiro ou Chupança. Este inseto é encontrado na mata, em casas de barro e de madeira. A doença de Chagas atinge o coração e órgãos do aparelho digestivo, comprometendo o seu funcionamento. Na maioria das vezes, a pessoa portadora do parasita pode não apresentar nenhum sintoma da doença por vários anos.

HTLV I e II: Estas são causadas por vírus e atacam as células de defesa do organismo. Mesmo após infectados pelo HTLV, a pessoa pode permanecer por um período de até 20 anos sem sentir nenhum sintoma, entretanto, algumas doenças hematológicas (do sangue) e neurológicas (que atingem o sistema nervoso) podem se manifestar pela presença do HTLV I e II no organismo.

 

QUAIS SÃO AS PRINCIPAIS FORMAS DE CONTÁGIO POR DOENÇAS TRANSMISSÍVEIS PELO SANGUE?

Várias podem ser as formas de contágio por doenças transmitidas pelo sangue, dentre elas a relação sexual sem uso de preservativo (camisinha), o uso de drogas injetáveis, compartilhando agulhas e seringas, transfusões de sangue não testados, de mãe para filho durante a gravidez, no parto ou através do aleitamento materno nos casos de AIDS, HTLV, Hepatites e Sífilis.

 

QUAIS CUIDADOS DEVEM SER TOMADOS PARA EVITARMOS DOENÇAS TRANSMISSÍVEIS PELO SANGUE?

É fácil ficar protegido contra doenças transmitidas pelo sangue. Basta tomarmos alguns cuidados como usar sempre camisinha durante as relações sexuais, utilizar somente agulhas e seringas estéreis e descartáveis, receber transfusão de sangue somente se comprovadamente testado.

Outra maneira de estar sempre protegido é procurar regularmente um médico. Isso poderá evitar uma série de doenças, afinal, ao mínimo sinal ou sintoma, ele poderá indicar exames apropriados para certificar-se do que esteja acontecendo e assim, descartar suspeitas ou diagnosticar a condição para prescrever o melhor tratamento.

 

 

DOAÇÃO DE SANGUE

DOAÇÃO DE SANGUE

A doação nada mais é do que a retirada, através de uma veia, em um dos braços, de aproximadamente 450 ml de sangue. A coleta é feita por equipes devidamente capacitadas e sob a supervisão de um médico ou enfermeiro, visando sempre garantir o bem estar do doador.

As doações de sangue são de extrema importância para pacientes, vítimas de acidentes, por exemplo, que possam vir a necessitar de transfusão, em casos de cirurgias ou outras situações clínicas.

 

O QUE VOCÊ PRECISA PARA SER UM DOADOR?

  • Ter boas condições de saúde;
  • Apresentar um documento oficial de identidade com foto;
  • Possuir entre 16 e 69 anos de idade.
  • Estar pesando, no mínimo, 50 Kg;
  • Não estar em jejum;
  • Evitar alimentação gordurosa;
  • Ter dormido, pelo menos, 6 horas seguidas antes da doação;
  • Não ter ingerido nenhum tipo de bebida alcoólica nas 12 horas anteriores à doação;
  • Não fumar por, pelo menos, duas horas antecedentes à doação.

É importante lembrar que o limite de idade para a primeira doação é de 60 anos e os candidatos a doadores com idade inferior a 18 anos, deverão estar acompanhados pelos pais ou por responsável legal.

 

O QUE IMPEDE VOCÊ, TEMPORARIAMENTE, DE SER UM DOADOR?

  • Estar gripado ou com febre;
  • Ser gestante ou mãe que amamenta bebê com menos de 12 meses;
  • Estar no período de 90 dias após aborto ou parto normal, e até 180 dias após cesariana;
  • Ter feito tatuagem ou acupuntura nos últimos 12 meses;
  • Estar exposto à situações de risco para a AIDS;
  • Estar com Herpes labial.

 

O QUE IMPEDE VOCÊ, DEFINITIVAMENTE, DE SER UM DOADOR?

  • Diagnóstico de Doença de Chagas;
  • Ser diagnosticado com Hepatite após os 11 anos de idade;
  • Ser portador do vírus HIV (AIDS), HCV (Hepatite C), HBC (Hepatite B) ou HTLV (retrovírus da mesma família do HIV);
  • Utilizar qualquer tipo de droga injetável.
  • Qualquer outra situação que impeça, temporariamente ou definitivamente, a doação poderá ser verificada durante a entrevista de triagem.

 

DE QUANTO EM QUANTO TEMPO VOCÊ PODE DOAR SANGUE?

O intervalo de tempo varia entre homens e mulheres. No caso dos homens, o intervalo entre doações é de 60 dias. É permitido um máximo de 4 doações ao ano. Já no caso das mulheres, este intervalo é de 90 dias, sendo permitido, no máximo, 3 doações ao ano.

 

QUAIS SÃO AS ETAPAS PARA DOAR SANGUE?

O doador de sangue passa por algumas etapas para realizar a doação:

  1. Cadastro: primeiramente é realizado um cadastro do candidato à doação com a apresentação de documento oficial com foto;
  2. Pré-triagem: nesta etapa, é realizada a verificação dos sinais vitais (pressão arterial, temperatura e batimentos cardíacos), peso e teste de anemia;

  3. Triagem clínica: neste momento, é realizada uma entrevista individual e sigilosa em que são verificados os antecedentes e o estado atual de saúde do candidato à doação, a fim de determinar se a coleta poderá ou não trazer riscos para ele ou para o receptor;

  4. Coleta de sangue: é coletado, aproximadamente, 450ml de sangue, além de amostras para a realização dos testes laboratoriais.

  5. Hidratação: após a doação de sangue o doador receberá um lanche. É recomendado que o doador permaneça, no mínimo, 15 minutos no hemocentro e, além disso, beba bastante líquidos durante o dia.

 

COMO PROCEDER DEPOIS DA DOAÇÃO?

  • O doador não deverá fumar por no mínimo duas horas;
  • Nas 12 horas que sucedem a doação, não deverá praticar exercícios físicos ou atividades perigosas;
  • O doador deverá permanecer no serviço hemoterápico após a doação, por 15 minutos;
  • Ele não deverá carregar peso ou dobrar o braço em que foi realizada a punção, no dia da doação, afim de evitar sangramentos e hematomas;
  • O curativo deverá ser retirado 4 horas após a doação.

 

ONDE VOCÊ PODE DOAR SANGUE EM ERECHIM?

O hemocentro está localizado na rua Emílio Grando, número 135, centro de Erechim. O horário de atendimento é de segunda à sexta-feira, das 08h às 12h e o telefone para contato é o (54) 3522-5366.

Lembre-se, o sangue não possui nenhum substituto e, sendo assim, a doação voluntária é extremamente importante, afinal uma simples doação pode salvar várias vidas. Toda e qualquer pessoa que se encaixe nos critérios para doação pode doar sangue sem qualquer risco ou prejuízo à saúde.

 

Como manter a atenção no trânsito e evitar acidentes

Enquanto dirigimos, estamos exercendo funções psicológicas e cognitivas ao mesmo tempo. Implicações negativas no uso destas funções impactam a segurança no trânsito, não apenas à sua segurança, mas também, a segurança de todos aqueles que estão a sua volta. Hoje, frente aos dados estatísticos cada vez mais preocupantes do crescimento de acidentes de trânsito, vitimando pessoas todos os dias, cria-se a necessidade eminente de pesquisas e investimentos no estudo da importância da atenção no volante.

 

No trânsito, os motoristas estão constantemente expostos a fatores de risco. Conduzir um veículo envolve uma série de processos de grande importância: memória, atenção, tomada de decisões em um ambiente repleto de informações, diversidade de sons e imagens. Um dos problemas mais graves envolvendo a atenção de motoristas no trânsito é o TDAH, um transtorno que vem aumentando cada vez mais no dia a dia das pessoas, e acaba prejudicando o desempenho de quem apresenta os sintomas deste problema.

Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade

Primeiramente é necessário esclarecer que o TDAH não é uma doença, e sim um transtorno, portanto não há cura para o problema, mas existe tratamento. Inclusive muitas pessoas podem apresentar sintomas que caracterizam este problema, mas se sentem inseguras em procurar um profissional.

O Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade é uma síndrome caracterizada por desatenção, hiperatividade e impulsividade. Por isso, para diagnosticá-lo com precisão é necessário um profissional que costume trabalhar com uma visão bem ampla das queixas que o paciente traz para a consulta.

Existem profissionais especializados em atender pacientes com o TDAH, os quais, por conhecerem mais profundamente o transtorno, podem oferecer diagnósticos mais assertivos. Esse diagnóstico pode ser realizado por psicólogos ou médicos psiquiatras.