Perigos do sol para a pele

A pele é o maior órgão do corpo humano, ela cobre e protege todo o organismo. Por isso ela precisa de muito cuidado, se não pode apresentar algumas adversidades, como ressecamento, queimaduras, alterações de cor, e até câncer de pele.

A exposição de sol em excesso é responsável pelas condições citadas acima. Para evitar tais problemas, é importante ficar atento aos perigos, e utilizar o filtro solar diariamente. Os raios ultravioletas entram no planeta de forma cada vez mais nociva para a pele, causando vermelhidão, queimaduras, envelhecimento precoce, e o câncer de pele.

Doenças causadas pelo sol

Existem algumas doenças que surgem com mais frequência durante o verão, e que agridem principalmente a pele. Combinando praia, areia, piscina com a pele são condições ideais para o surgimento de micoses, brotoejas, acnes, entre outras. Os cuidados com a pele no verão devem ser abundantes, utilizando outros meios, além do protetor solar.

Cuidados da pele

Como o corpo transpira muito por causa do calor, é essencial beber bastante água para hidratar a pele. É importante higienizar bem o rosto, é aplicar filtro solar, independente se vá ficar exposto ao sol. Antes de dormir higienize bem a pele novamente, e utilize hidratantes, principalmente com vitamina C.

Deve-se evitar se expor ao sol entre as 10 horas da manhã é 16 horas da tarde, pois são nesses horários que a radiação UVB está mais forte. Para evitar o envelhecimento precoce, que se dá pelo raios UVAS, e importante a utilização de protetor solar.

A pele deve ser higienizada e hidratada. Esfoliar a pele, e uma ação que fica banida, pois elas facilitam o surgimento de manchas.

Para saber quais produtos são indicados para o seu tipo de pele, e prevenir possíveis doenças, é importante consultar um dermatologista.

Fonte: Saúde Medicina

 

Déficit de Atenção: Um transtorno neuro-comportamental

O Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) é uma síndrome que se caracteriza pela distração, agitação/hiperatividade, impulsividade, esquecimento, desorganização, entre outras.

É normal que as pessoas apresentem estas características. Entretanto quando são muito intensas, pode ser algo mais sério, como o TDAH. Se este for o caso, é importante consultar um especialista para diagnosticar e tratar, assim, prevenindo e aliviando.

Causas do Transtorno de Déficit de Atenção

O TDAH é um transtorno associado a uma disfunção em áreas do córtex cerebral, o qual é conhecido como Lobo Pré-Frontal. Quando tem seu funcionamento prejudicado tem-se dificuldades com a concentração, memória, hiperatividade e impulsividade, assim, dando origem ao TDAH.

Ao estudar, ler e praticar outras atividades que exigem concentração, o cérebro aumenta os níveis de ativação, para desempenhar todas exigências. Em casos de TDAH uma quantidade significativa de neurônios pulsam mais lentamente que o desejado, principalmente quando é exigido mais esforço mental e, como consequência, maior ativação.

Diagnóstico para TDAH

Apenas com um diagnóstico claro e possível encontrar tratamentos eficazes, considerando as necessidades de longo prazo, e sem comprometer as necessidades de curto prazo. Os cuidados são indispensáveis em caso de suspeita de TDAH, pois existem outros problemas que podem se assemelhar com seus sintomas.

Outra situação que se deve ter atenção durante o diagnóstico de TDAH, é a chance de ocorrer outros problemas ao mesmo tempo, isso é chamado de comorbidade, esses quadros tornam o processo de diagnóstico mais complexo. Essas comorbidades devem ser contempladas nos tratamentos, a fim de alcançar os resultados esperados.

Tratamentos

Com o passar dos casos, ficou cada vez mais claro que o Transtorno de Déficit de Atenção não é apenas uma disfunção cerebral. Assim, os tratamento apenas com medicamentos foram constatados como insuficientes para chegar aos resultados. Existem vários tratamentos que podem ser utilizados para atender as necessidades específicas.

Fonte: Instituto Paulista de Déficit de Atenção

 

Intolerância à Lactose: causas e sintomas

A intolerância à lactose, também conhecida como deficiência de lactase, se dá pela insuficiência do corpo em digerir a lactose. A lactose é um tipo de açúcar que se encontra no leite, e derivados.

Causas

A intolerância à lactose acontece quando o intestino delgado interrompe a produção necessária da enzima lactose. A sua função é de quebrar as moléculas de lactose é transformá-las em glucose e galactose. A existência de lactose no organismo ocorre por meio da ingestão de leite e derivados.

As suas causas podem variar de acordo com seu tipo:

Intolerância à lactose primária

Durante o período infantil o corpo produz muita enzima lactase, uma vez que o leite é a fonte primária de nutrição durante o crescimento. Conforme a pessoa for envelhecendo, o corpo diminui a produção de lactase . E com o tempo essa redução na produção de lactase pode levar a um quadro de intolerância à lactose.

Intolerância à lactose secundária

Esse tipo se dá quando o intestino delgado deixa de produzir a quantidade normal de lactase devido alguma doença, cirurgia ou ferimento. Doença celíaca, gastroenterire e a doença de Crohn, são algumas condições de podem levar à intolerância à lactose. O tratamento da situação intrínseca a esse tipo de intolerância pode solucinar o problema.

Intolerância à lactose congênita

Embora seja raro, é possível que bebês nasçam com intolerância à lactose, devido a uma deficiência total de lactase no organismo. Essa condição é conhecida como herança autossômica recessiva, sendo passada de geração em geração. Assim, sendo necessário que tanto o pai quanto a mãe precisam propagar o gene da intolerância à lactose para o filho, para que ele apresente o problema.

Sintomas da intolerância à lactose

os sintomas normalmente começam entre trinta minutos e duas horas depois da pessoa ingerir alimentos ou bebidas com lactose. Alguns sintomas são:

  • Diarreia
  • Náuseas, e às vezes vômito
  • Dores abdominais
  • Inchaço

A intensidade dos sintomas pode variar de acordo com o momento, mas costumam ser suaves.

Caso perceba algum dos sintomas citados, e suspeitar que estejam ligados à ingestão de lactose, procure um médico e explique a situação.

Fonte: Minha Vida